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domingo, 17 de fevereiro de 2008

Urso de Ouro


Exibiram o filme com legendas em alemão - Pede pra sair!
Acusaram-no de facismo - Você está de brincadeira 02?
Finalmente, a maior premiação do Festival de Berlim. Tropa definitivamente merecia. E o nosso já lendário - e tão real - Capitão Nascimento, mais ainda.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Os 300 e Jabor


Ontem assisti os 300 no Diamond... boa diversão, deixo as ressalvas para o Jabor, que destrói o filme na crítica do Globo de hoje - vale conferir e refletir.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Cinética

Misto de cinema e crítica, a revista se propõe a um panorama geral da cena cinematográfica com espaço para diferentes visões, ensaios, debates. Canal aberto e afinado com as atualidades, discute também TV - foi lá que li os melhores textos sobre o fenômeno Diego BBB (uma análise baseada em Bretch, vale conferir!)... Link abaixo:
http://www.revistacinetica.com.br

segunda-feira, 2 de abril de 2007

O Bom Pastor


Ainda processando... rs... coisas de segunda pela manhã. Inicialmente, gostei da direção de De Niro. Talvez muito longo para a última sessão de domingo, o Bom Pastor intriga e exige foco. Gostei, mas ficou a sensação de que viria algo mais de Matt Damon. Como esperar muitas revelações de um filme sobre a CIA? Gostei, mas saí convicta de que já vi Angelina Jolie naquele papel. Gostei, e ainda procuro o que incomoda. Será um Edward Junior demasiadamente freudiano, porém difícil de convencer como agente?

quinta-feira, 29 de março de 2007

Scoop


Apesar das críticas de amigos, ontem resolvi pagar pra ver e fui assistir Scoop, o filme mais recente de Woody Allen. Plagiando alguns deles, de fato o que fica mais evidente no filme é a neorose do Allen ator, frenético, que dirige uma Scarlet Johanson cada vez mais moldada ao seu estilo.


Parênteses mulherzinha: sim, amigas, Hugh Jackman estava mais o que vocês imaginarem do que nunca! Não é à tôa que interpreta um lorde... rs.


Não sei se me excedi em expectativas, mas achei Scoop um pouco aquém. Muita diversão e um roteiro promissor que perde-se na obviedade e em diálogos repetitivos. O mais curioso foi a reação dos poucos expectadores com quem compartilhava a sessão no Diamond: risadas isoladas, mas sonoras, como se não pudessem deixar de responder aos estímulos do ídolo.